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Número 68 Notícias |
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ARCHAEORAPTOR LIAONINGENSIS: O DINOSSAURO EMPLUMADO DA NATIONAL GEOGRAPHIC NÃO VÔA (UM “NEGÓCIO DA CHINA”!) A National Geographic Society é amplamente reconhecida como uma das mais importantes propagandistas da teoria da evolução orgânica aos olhos do público. Louis e Richard Leakey poderiam ter permanecido como paleoantropólogos desconhecidos se as suas pesquisas sobre evidências fósseis a favor da evolução humana não tivessem sido financiadas generosamente e fortemente divulgadas pela National Geographic Society. Hoje, a idéia de que as aves são simplesmente dinossauros terópodos é a doutrina evolucionista em evidência, propagada pela Sociedade. Recentes pesquisas científicas financiadas pela National Geographic dizem respeito ao que tem sido chamado de “dinossauro emplumado” (ou “passarossauro”) dos estratos inferiores do Cretáceo, na Província de Liaoning, na China. Este novo programa de pesquisas parece estar dirigido especificamente com o objetivo de mudar o que o mundo acredita sobre a relação entre os dinossauros e as aves. Um episódio recente foi a descoberta e a divulgação de um determinado fóssil chinês com a aparência de ser uma combinação de ave e dinossauro terópodo. Seria ele realmente o elo perdido na evolução entre dinossauros e aves? Este episódio permite uma excelente análise da ideologia envolvida, e um apanhado jornalístico sobre um punhado de zelosos cientistas e da National Geographic Society que os promove. ...
Conclusão Os acontecimentos em torno do Archaeoraptor permitem uma rara análise do posicionamento ideológico e jornalístico que pode ser embutido na divulgação pública de um elo perdido. A afirmação de Sloan, de que “...podemos agora dizer que as aves são terópodos com a mesma confiança com que dizemos que os seres humanos são mamíferos” (18) é uma afirmação infundada do editor, destinada a influenciar a percepção do público, e não a afirmação de um cientista documentada com fatos. A propaganda editorial precisa ser levada em conta com atenção ao detalhe e às evidencias empíricas. Storrs Olson, na Smithsonian Institution pode ter a melhor análise das lições aprendidas do caso do Archaeoraptor: “A idéia de dinossauros emplumados e da origem terópodo das aves está sendo ativamente propagada por um conjunto de zelosos cientistas atuando em conexão com certos editores da Nature e National Geographic que têm-se tornado, eles mesmos, destacados catequistas da nova fé, altamente preconceituosos. A verdade e o cuidadoso peso das evidências têm-se encontrado entre as primeiras vítimas de seu programa, que hoje está se tornando uma das maiores fraudes científicas de nossa época – o equivalente paleontológico do episódio da fusão a frio”. (Leia toda a matéria na Revista Criacionista impressa) O ÚLTIMO PASSAROSSAURO E OS FATOS O MICRORAPTOR GUI (MAIS UM “NEGÓCIO DA CHINA”!) A respeito da notícia veiculada pela imprensa no início de fevereiro de 2003 sobre a descoberta de um fóssil intermediário entre os dinossauros e os pássaros, tendo quatro asas, o Dr Harun Yahya, conhecido cientista criacionista da Turquia, fez circular pelo correio eletrônico a apreciação seguinte, que traduzimos, com sua permissão, para nossos leitores, por se tratar de importante alerta para os incautos que inadvertidamente aceitam sem maior espírito crítico o sensacionalismo dos meios de comunicação. Na semana passada (o e-mail é datado de 12/02/03) os meios de comunicação em todo o mundo alardearam a descoberta recente de um grupo de fósseis na China como evidência a favor da teoria da evolução. O Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Beijing divulgou uma declaração afirmando que um dos seis fósseis do grupo pertencia a um “passarossauro com quatro asas”, e que essa criatura extinta era capaz de voar, ou pelo menos planar saltando de árvores. A mídia darwinista novamente desenterrou sua velha propaganda “aves evoluíram a partir de dinossauros”, embora esta teoria já tivesse sido refutada completamente repetidas vezes. De fato, absolutamente não existem evidências que pudessem apoiar esta propaganda, pois nem este “passarossauro de quatro asas” nem quaisquer outros dados científicos apoiam a teoria de que as aves tenham evoluído a partir dos dinossauros. (Leia toda a matéria na Revista Criacionista impressa) PENAS OU PÁSSAROS – O QUE VEIO PRIMEIRO Com o título acima, a revista “Scientific American Brasil”, em seu número de abril de 2003 publicou um artigo de autoria de Richard O. Prum e Alan H. Brush versando sobre a controvérsia evolucionista a respeito do que teria surgido primeiro – as penas ou as aves? São apresentadas no artigo interessantes considerações sobre “cabelos, escamas, pêlos, penas, ... formas que a natureza inventou para proteger o corpo”. Na realidade, o assunto principal é a “evolução da pena” “ao longo dos períodos inacessíveis dos tempos pré-históricos”. Não deixa de ser curioso o novo campo da “biologia do desenvolvimento evolutivo”, indicado pela sigla evo-devo, que os autores apresentam como a última novidade no campo da teoria da evolução. Segundo essa teoria, a pena evoluiu numa série de estágios, cada um deles baseado “em uma inovação evolutiva relativa à forma pela qual as penas se desenvolviam, e que depois serviu de alicerce para a inovação seguinte”. Enfim, praticamente as mesmas hipóteses do Darwinismo! Na realidade, o que chama a atenção de maneira bastante positiva são as magníficas ilustrações da estrutura das penas apresentadas em cinco páginas do artigo. O artigo termina apresentando, no subtítulo específico “Um outro olhar”, outras considerações, que fazem menção aos criacionistas “e outros céticos a respeito da evolução”, que transcrevemos a seguir pela importância de que se revestem no contexto do assunto abrangido por este número da Revista Criacionista: ... Graças aos dividendos proporcionados pelas descobertas recentes, agora os pesquisadores podem reavaliar as várias hipóteses anteriores a respeito da origem das penas. A nova evidência da biologia do desenvolvimento é particularmente prejudicial à teoria clássica de que as penas evoluíram a partir de escamas alongadas. Segundo essa visão, as escamas transformaram-se em penas primeiro alongando-se, depois adquirindo bordas com franjas e finalmente produzindo bárbulas com ganchos e saliências. Mas, como vimos, as penas são tubos: os dois lados planares da lâmina – em outras palavras, a parte da frente e a de trás – são criadas pela parte interna e externa do tubo somente depois que a pena se desenvolve a partir de sua bainha cilíndrica. Por outro lado, os dois lados planares de uma escama desenvolvem-se a partir do lado de cima e de baixo da excrescência epidérmica inicial que forma a escama. A evidência recente também enterra a teoria popular de que as penas evoluíram principal ou originalmente para o vôo. Agora sabemos que as penas só surgiram depois da formação de um germe tubular e de um folículo na pele de algumas espécies. Portanto, a primeira pena evoluiu porque o primeiro tecido tubular que rompeu a pele ofereceu algum tipo de vantagem em termos de sobrevivência. Os criacionistas e outros céticos a respeito da evolução apontaram há muito tempo as penas como um exemplo das deficiências da teoria evolutiva. Não há formas de transição entre as escamas e as penas, afirmam. Além disso, perguntam por que a seleção natural para o vôo primeiro dividiria uma escama alongada e depois criaria um novo mecanismo complicado para reorganizá-la outra vez. Agora, numa reviravolta irônica, as penas oferecem um exemplo perfeito da melhor forma de estudar a origem de uma novidade evolutiva: concentrar-se na compreensão daquelas características que são genuinamente novas e examinar sua formação no desenvolvimento de organismos modernos. Esse novo paradigma da biologia evolutiva certamente vai esclarecer muitos outros mistérios. Para isso é preciso dar asas à imaginação. Realmente, continua a haver necessidade de grandes vôos da imaginação, como sempre, independentemente do paradigma novo (que aparentemente é exatamente igual ao velho) desde que a estrutura conceitual envolvida seja a evolucionista! (Leia toda a matéria na Revista Criacionista impressa) CELACANTO – LATIMERIA CHALUMNAE O CASO DOS “FÓSSEIS VIVOS”Em 23 de dezembro de 1938 foi descarregado no porto de East London, na África do Sul, um espécime de peixe logo identificado pelo ictiólogo sul-africano J. L. B. Smith como um celacanto que ainda estava vivendo em nossos dias, e que logo recebeu a denominação de Latimeria chalumnae, em homenagem à curadora do Museu da cidade, a Senhora Marjorie Courtenay-Latimer. O celacanto até então era considerado um peixe que havia sido extinto no período Cretáceo Superior, há cerca de 60 a 80 milhões de anos, e sua descoberta foi considerada a melhor “história de pescador” desses últimos milhões de anos... Na realidade, a verdadeira “história de pescador” foi a suposta história evolutiva do celacanto, que era considerado até então como um elo indiscutível na transformação de peixes a répteis!
Manchete
de jornal sul-africano de 1939 dando a notícia da descoberta do primeiro
celacanto vivo
Suposta transição evolutiva de peixe para réptil (Leia toda a matéria na Revista Criacionista impressa) O MONSTRO DE LOCH NESS
Monstro de Loch Ness? Outro controvertido episódio de “caça aos monstros” tem a ver com o avistamento periódico de formas estranhas e inusitadas deslocando-se em alguns lagos da Escócia. Relatos de testemunhas visuais sobre o assunto enriquecem o folclore regional e têm despertado interesse de pessoas sérias que se propuseram a desvendar o aparente mistério desses acontecimentos. Dentre os vários apanhados críticos feitos sobre os relatos referentes à possível existência de seres “antediluvianos” nos lagos da Escócia, destaca-se uma série de artigos sobre o assunto que a revista britânica de divulgação científica “New Scientist” publicou em 1982. Em princípio, muitos aceitaram que esses artigos teriam solucionado o enigma do aparecimento periódico daquelas formas que desde tempos tão remotos quanto o ano 500 A. D. (ver observações feitas no Capítulo 10 do livro de Bill Cooper sobre a história de Columba, neste número da Revista Criacionista)) foram consideradas como sendo verdadeiros monstros aquáticos que viveriam nas profundezas de alguns dos lagos escoceses. ... (Leia toda a matéria na Revista Criacionista impressa) Eles têm quase tudo em comumCientista americano demonstra que homens e chimpanzés apresentam 99,4% de semelhança em seu DNA e reabre um debate da época de Charles Darwin. Com a manchete reproduzida acima, a revista Veja de 28 de maio de 2003 veiculou uma notícia de autoria de João Gabriel de Lima sobre a realização de pesquias sobre a semelhança genética entre o chimpanzé e o ser humano (que também foi divulgada em torno da mesma data no Brasil por outros periódicos), e que se destacou pelo caráter sensacionalista, com nítida ênfase evolucionista. O "site" da sociedade criacionista australiana Answers in Genesis já tinha publicado em 21 de maio um apanhado sobre o assunto, que havia sido divulgado pela National Academy of Sciences dos Estados Unidos. Esse apanhado, com o sugestivo título “Chimpanzés e o Gênero homo”, apresenta interessantes considerações a respeito do verdadeiro significado das pesquisas, que foram divulados, e certamente a sua transcrição será de valor para nossos leitores formarem uma melhor idéia a respeito do assunto. (Leia toda a matéria na Revista Criacionista impressa)
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